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Festicalulo 2017

História

Em Maio de 1998 teve início um acontecimento que se viria a transformar numa tradição dos dias de hoje: a peregrinação ao Santuário da Nossa Senhora de Fátima de Calulo. Trata-se de um acontecimento que movimenta milhares de peregrinos oriundos de todo o Cuanza-Sul e não só e que se transformou já numa das principais manifestações religiosas de Angola.

Trata-se pois de um acontecimento que marca já a história de Calulo quer do ponto vista religioso, quer até da notoriedade para a região. Como tal, e até porque estamos em pleno mês de Maria, não poderíamos deixar de incluir neste espaço uma pequena peça de história da nossa terra que foi publicada no Jornal Boa Nova, sob autoria do Padre António Farias.

Parte dos conteúdos deste artigo têm desenvolvimento noutras matérias já publicadas, como sejam a Breve História da Imagem de Nossa Senhora de Fátima da Igreja de Calulo, a fundação da Missão do Libolo e um álbum fotográfico da Peregrinação.

 

A família de Missionários presentes no Libolo em particular e no Cuanza- Sul no geral, é integrada por irmãos e irmãs vindos de diversos países e unidos por um único objectivo: colaborar com a Igreja local para salvar a juventude da região, através do carisma de Dom Bosco.

A actividade missionária no Libolo é intensa. São 104 comunidades cristãs que se esforçam para crescer em diversos aspectos: religioso, educativo e de promoção e autogestão.

A Congregação dos Salesianos é uma congregação religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana fundada em 1859 por São João Bosco e aprovada em 1874 pelo papa Pio IX. O seu nome oficial é Pia Sociedade de São Francisco de Sales, contudo são popularmente conhecidos por salesianos de Dom Bosco o que determina sua sigla: SDB.

A congregação é composta por irmãos de vida consagrada, que fazem votos simples de castidade, pobreza e obediência. Os salesianos podem optar pelo sacerdócio, de modo que existem padres e irmãos salesianos.

A acção Missionária em Angola desde meados do Séc. XVIII a meados do Séc. XIX esteve bastante condicionada às dificuldades das congregações religiosas portuguesas. Foi nesse tempo que o Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas de Portugal e, posteriormente, foram extintas as ordens religiosas por iniciativa de Joaquim António de Aguiar.

Não obstante tais dificuldades, existiram em meados do Séc. XIX alguns projectos missionários, a maior parte dos quais foi votada ao fracasso pelos mais variados motivos.